São inúmeras as notícias que lemos e assistimos nos jornais todos os dias sobre a crise econômica que atravessa o nosso país, e é normal nos sentirmos inseguros na hora de tomar decisões que envolvem investimentos e mudanças.

A reação mais comum que observamos nas pessoas é a da inércia. “Esperar para ver no que dá” traz as suas consequências, e muitas vezes essa falta de iniciativa pode nos causar mais prejuízos do que nos aventurarmos a atravessar por este processo de forma criativa, podendo trazer resultados satisfatórios, e por que não extraordinários para nosso empreendimento.

Toda situação de crise é uma oportunidade para aprimorar, impulsionar e aperfeiçoar processos de uma empresa, visando una melhor adaptação ao mercado. Como diria o refrão: “enquanto uns choram, outros vendem lenços” (http://goo.gl/VKBtm0), devemos conhecer e estudar o nosso mercado para aprendermos a enxergar as oportunidades que aparecem.

A nossa área, a da reparação automotiva, nunca viu um momento mais promissor que o atual para apostar todas as suas fichas no crescimento e expansão.

Em março de 2020 a queda na venda de veículos foi de 21,9%, em abril esse número chegou a quadruplicar e a retração chegou a 76,8% na comparação com o mesmo mês em 2019. Já de março para abril a queda chegou aos 66%, de acordo com a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

O momento pelo qual estamos passando além de provocar a redução das vendas, evidenciou que os consumidores estão menos interessados em trocar os seus carros e, por consequência, a probabilidade de que estes carros venham a precisar de manutenção, cresce.

Não deixe que a especulação e a desinformação o faça perder a que pode ser a sua chance de conquistar o mercado, de ser a referência em qualidade e credibilidade entre os seus clientes.

Como diria um dos cientistas mais reconhecidos do nosso planeta, Charles Darwin: “Não são as espécies mais fortes que sobrevivem, nem as mais inteligentes, e sim as mais susceptíveis a mudanças”, “Na história da humanidade (e dos animais também) aqueles que aprenderam a colaborar e improvisar foram os que prevaleceram”.